quinta-feira, 18 de setembro de 2008

aurora


O Cair da Noite acabou, chegou a gélida alvorada sem Asimov. Foram tão lindos, tão emocionantes, tão cintilantes, tão saltitantes e muitos outros 'antes', todos os momentos de distração que eu passei com ele... Foi bom enquanto durou, maaas como todo bom (e ruim) livro, um dia acaba. E eu acabei de lê-lo ontem. O final é extremamente surpreendente, e o livro todo é... mágico. Como todos os livros do Titio Asimov, venhamos e convenhamos. O cara é o poder, o mestre da ficção científica (falou a que conhece TUDO de ficção científica, né ¬¬). Eu tenho um livro de contos dele, que putz, ele tem uma imaginação maluca, cara. Neste livro, A Terra Tem Espaço, tem um conto de um elfo que tinha o poder de controlar a eletricidade! Ele acendia uma lâmpada com o dedo e controlava a mente das pessoas, ele podia simplesmente tudo. Ele poderia dominar o mundo dos humanos, se o príncipio básico de sobrevivência dele não fosse se alimentar da energia da mente de humanos que crêem na existência de elfos. Só que, na pura inocência, o nosso querido super-elfo achou que as crianças ainda acreditava nessas criaturinhas bizarras e foi tentar se sustentar com a mente de uma, nisso ele se fodeu e ficou fraco. O pai da criança que era um escritor de contos de fadas e por sinal, acreditava em elfos, aproveitou a deixa do pequenino bizarrinho e matou ele. Triste, né? Foi neste livro também que eu tive o meu primeiro contato com um hipercubo, para tempos depois assistir o melhor filme de todos os tempos. ♥

Ótimo, o blog engoliu o resto do meu post. Adoooooooro. Depois eu continuo essa porra.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

i'm back



É, meu querido blog, eu não vivo sem você, portanto, i'm back. (Exerminador do Futuro acabou de entrar) Maaas algumas coisas mudaram, não apenas no layout mas nos textos que eu escreverei daqui pra frente também. Eu estava escrevendo coisas muito íntimas e pessoais nesse blog, não mais escreverei. Os adjetivos já são auto-explicativos. Se é íntimo e pessoal, devem ser exclusivamente meus, para mim. From me to me. Não deve ser exposto numa página de internet. Até porque, por serem pessoais demais, os textos acabam por adquirir uma dificuldade das pessoas entenderem o que eu quero dizer, já que eu escrevo exclusivamente para mim, sem me preocupar com o entendimento alheio. Esse blog era meu, agora será nosso. Não, isso não significa que eu quero fazer amigos. Pelo contrário, se tem uma coisa que eu não tenho me preocupado - e até evitado - é novas amizades. Eu apenas quero escrever como se eu fosse uma leitora e não, autora. Quero contar da minha vida, falar meus pensamentos e críticas pessoais, porém não íntimos. Quero voltar a liberar a endorfina - ou até mesmo a serotonina - que sempre me acompanhou ao colocar minhas idéias num papel. Essa é uma das poucas coisas que me dá prazer e, através do conselho de um amigo, decidi voltar a fazê-la. Ah, outro detalhe: não vou deixar de escrever minhas intimidades, só não vou publicá-las mais aqui. Eu sinto uma necessidade imensa de escrever quando me sinto mal, mesmo que isso muitas vezes acabe me deixando pior.
Então meus caros amigos (que ironia, ninguém lê isso aqui), voltei com o blog, agora um happy blog. Eu tenho que tentar ser feliz, e me agarrar às pequenas coisas que eu tenho. Por mim, e principalmente por ele.

Beijos a todos. (Pff...)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

tchau

nada faz sentido nenhum na minha vida e quando eu encontro algo que faz, logo no lixo. ok, ele já disse que não te ama mais. você se fodeu. você merece se foder. acabou tudo. você nunca na sua vida vai encontrar alguém assim, e nem merece. isso não é pra você. você merece os cafajestes, os filhos da puta. você é assim. eu te odeio tanto, gabriela, tanto. tô pensando seriamente no que eu vou fazer com você e a sua vida. se é que ainda tem vida. já faz mais de uma semana que eu não dou um sorriso sincero. durante esses 11 dias, em apenas 1 eu dei um sorriso sincero. que foi há 9 dias atrás. não mais consegui sorrir, não mais consegui ser feliz porque eu SEI que eu não mereço a felicidade. ele merece, e não é comigo. não seja egoísta pelo menos uma vez na sua vida e entenda que agora tá na hora de você se foder, e você tá se fodendo pouco.

enfim, não vou escrever mais. ninguém tem que ler nada aqui, isso tudo era pra me ajudar e não tá me ajudando porra nenhuma. eu não tenho que ser ajudada.
pois é, chega de blog.
falou.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

On a plain

I'll start this off without any words
I got so high that I scratched till I bled
I love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?
The finest day that I've ever had
Was when I learned to cry on command
I love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?

I'm on a plain
I can't complain
I'm on a plain

My mother died every night
It's safe to say don't quote me on that
I love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?
The black sheep got blackmailed again
Forgot to put on the zip code
I love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?

I'm on a plain
I can't complain
I'm on a plain

Somewhere I have heard this before
In a dream my memory has stored
As a defense I'm newtered and spayed
What the hell am I trying to say?

It is now time to make it unclear
To write off lines that don't make sense
I love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?
One more special message to go
And then I'm done then I can go home
I Love myself better than you
I know it's wrong, so what should I do?

I'm on a plain
I can't complain
I'm on a plain
I can't complain
I'm on a plain

terça-feira, 9 de setembro de 2008

And don't you know that is just you?
Hey, Jude, you'll do, the movement you need is on your shoulder.

Teoria do Conspiracionismo Universal e coisas da vida

Eu tenho um grandissíssimo problema com conspiracionismo. Sempre acho que no fundo todos estão tramando alguma coisa pra mim. Uma espécie de trauma, sei lá eu. Às vezes, os meus medos conspiracionistas não fazem o menor sentido mas nem por isso deixam de ser extremamente aguçados. Tão aguçados que me agoniam, me sufocam, matam a minha razão. Meu inconsciente estupra meu consciente. Meu cérebro estaciona os pensamentos e aciona os sentimentos. Qualquer mínima coisa é um sinal de conspiração; desde uma brincadeira ou uma palavra até um descuido ou uma atitude inpensada. Coisas sem a menor má-intenção e sem a menor importância, tem em mim uma repercussão muito maior do que a realidade. Sou como uma pseudo-visionária: sempre vejo a coisa além da coisa, mas o que eu vejo, na maioria das vezes, é falso e negativo. Houveram poucas vezes que eu acertei - que eu preferia até ter errado - mas todas as outras eram invenção da minha mente super fértil e traumática. Eu crio problemas onde não tem, e o que era para ser maravilhoso, o que tinha tudo pra dar certo acaba dando errado porque eu o tornei errado e eu transformei um problema inexistente em existente. Algo pequeno que aconteceu há meses, me dói muito mais do que deveria (na verdade, não deveria doer), e o pior: eu tenho que aguentar a dor ilógica sozinha, não posso nem reclamar porque simplesmente não passa de frescura, aos olhos dos outros e aos meus também. Esse é o mais incompreensível: eu sei que é frescura, mas não importa o quanto eu tenha certeza disso, não pára de doer nem diminúi a intensidade da dor. Ao menos eu posso chamar de frescura quando eu tomo proporções bem maiores para algo pequeno que já aconteceu, e quando não aconteceu? Quando nunca aconteceu nada (pelo menos não com tal pessoa) e eu sempre acho que mais cedo ou mais tarde essa pessoa vai acabar fodendo meu cu com areia, sal e sem cuspe? Nunca entendo o porquê de tanta insegurança. Não consigo confiar nas pessoas. Eu sou incompatível com seres humanos. Penso que todos são maus, todos são egoístas, todos são incondicionalmente ambiciosos, todos são filhos da puta. Vai ver é porque talvez eu seja assim. Será? Medo, muito medo. Por isso que eu digo e repito: pensar demais faz mal à saúde mental. Comecei o texto me auto-diagnosticando uma complexada traumática conspiracionista e acabei como uma filha da puta. Mas é bom, sabe? Auto-conhecimento e tal. Pelo menos eu levo aquela chacoalhada sensual na cabeça e acordo logo pra vida, ao invés de procurar doença pra tudo e colocar a psicologia onde não passa de uma boa e velha dose de filhadaputagem. Ótimo, eu já sei que o segredo para ser alguém melhor e viver melhor é o tal do auto-conhecimento. Ok, me conheci, tenho a porra do auto-conhecimento na minha mão, mas e aí? Comofaz? Vou jogar baseball com ele? Não sei o que eu faço. Ou até sei. Tenho duas opções:
1- Entrar numa crise existencial depressiva porque eu descobri que sou uma filha da puta;
2- Jogar um balde de vodka gelada (sim, porque eu sou blazé) na merda da minha cara e mudar logo de vez.
A primeira é muito mais fácil. É sempre mais fácil colocar a psicologia no meio da filhadaputagem. Principalmente quando a gente tem uma facilidade incrível de encontrar defeitos e uma dificuldade terrível de encontrar qualidades. Só conheço uma qualidade minha: escrevo bem. Só. E nem é lá essas coisas, dá pra enrolar. Humildade, modéstida... pff. Nem vem falar que essas são qualidades minhas porque não são meeeeesmo. (PAUSA PARA UM COMENTÁRIO: reparem que eu fugi completamente do tema do texto. Nem escrever direito eu consigo. ¬¬) Se eu faço alguma coisa boa me exibo pro Satanás e o mundo, jogo a humildade direto na privada e dou descarga três vezes que é pra ter certeza que ela não volta. O meu problema definitivamente não é humildade. A verdade é que eu não consigo enxergar as minhas qualidades. (...) Caralho, isso tá me incomodando bastante. Vou voltar a falar sobre o assunto inicial, se não daqui a pouco eu me convenço que nem na desgraçada do vestibular eu passo com uma redação. Bom, pois é, pensar que a minha vida é uma merda e ficar toda emuxa pelos cantos achando que eu sou excluída pela sociedade é o caminho mais fácil, porém não o melhor. Uma vez me ensinaram que o melhor caminho é sempre o mais difícil porque ele sempre traz bons frutos, e o melhor deles é a tão requisitada experiência. Sem contar que, vamocombinar, se é fácil demais é porque não é bom o suficiente. Nota-se pelos homens e mulheres fáceis. E é óbvio que é bem melhor eu levantar a cabeça e correr atrás do tempo (vida) perdido do que ficar cheia de mimimi por aí. Eu mudando e me tornando menos egoísta e mais altruísta posso me dar muito melhor com as pessoas. "Nem tudo na vida é olho por olho e dente por dente". Lógico. Não vou ser a pessoa mais feliz e saltitante do mundo porque sou alguém melhor, mas é só usar probabilidades: eu posso receber mais em troca do quê de graça. Mais uma regra da vida que a Dona Gabriela não aprendeu. Nada é de graça. Pois é, tem um amigo meu aí que eu conversei com ele num desses sábados regados a Red litros, que é uma pessoa incrível. Não vou expor as questões pessoais dele aqui, mas basta saber que ele é incrível. Já se fodeu muito, se fode muito e tá aí na atividade, firme e forte na luta (Marcelo D2 e Charlie Brown Jr. estão presentes) sem perder a esperança e a confiança em todas as pessoas. Repito: TODAS as pessoas. Sem contar a força de vontade do caralho que ele tem. Chega a ser paranormal. E eu invejo ele. Ele pode se foder o quanto for mas sempre vai ter alguém(s) aí pra ele. O Lucas também é assim. E eu?! Se eu me fodo, fico na merda legal. Toma bixinha, você não é a fodona? Não pensa só em si mesma? Não se preocupa só consigo? Só faz por si? Agora TE FODE. Aproveita e pede ajuda pra você mesma te tirar da merda, vai. Desde os meus poucos anos de vida as pessoas me chamaram de egoísta. E assim é, até então. O egoísmo toma conta do meu ser. Eu tenho que me ver sozinha no fundo do poço, perdendo a única pessoa que me aguenta, pra dar aquele 'alooouu, muda, féla da puta!'. Essa merda nunca me levou à nada, nunca me deu nada; só desgraça.
Conclusão (URI!): as pessoas podem até ser filhas da puta, mas eu sou mais. Eu posso até ter medo delas, mas é bom ter medo de mim mesma primeiro. A conspiração vêm de você contra você, não dos outros. Mude. :)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Strawberry Fields Tattoo

Finalmente, tive certeza de querer fazer uma tattoo. Ou pelo menos tenho certeza agora, o que não aconteceu com nenhuma outra das minhas idéias. Claaaro que teve aquela ajudinha básica da opinião do Lucas, que é fundamental pra qualquer coisa que eu vá fazer, mas eu também gostei bastante da idéia. Bom, eu até que tento, mas eu sempre acabo tendendo para o lado da música quando penso numa tattoo. E dessa vez, nada mais óbvio, tendi pro lado dos Beatles. Melhor inspiração ever: Strawberry Fields Forever. A tattoo seria bem grande, tipo, pra ser feita nas costas mesmo. Se eu não tivesse uma falta de espaço grotesca em meus membros, até faria no braço. Mas enfim, a tattoo seria um campo de morangos,obviamente, mas não seria um campo comum e sim, um campo minado de morangos. Como todos sabem - ou deveriam saber - a música Strawberry Fields fala de um campo das ilusões, onde nada é real: o tal campo de morangos. Mas a minha tattoo representaria que as ilusões não são tão boas assim, nem tudo são flores (ou morangos) e sempre tem das suas melhores armadilhas. E no campo de morangos, teria um soldado pisando exatamente numa mina - que seria um morango, o tal morango explodindo e o soldado também. O sangue vermelho do soldado se misturaria com o líquido, também vermelho, que o morango espirraria. E ainda estou pensando sobre escrever em baixo da tattoo 'Strawberry Fields Forever' com aquelas letras super desenhadas. Enfim, acho que ficaria bem legal e estou disposta a fazer. Agora é torcer pra que não fique a mesma bosta que a outra ficou. Na verdade nem precisa torcer, só procurar um tatoador bom, ou que seja no mínimo profissional. E que saiba desenhar a minha idéia do jeitinho que eu quero. :D

Questions

001/365- Aonde ou como você quer estar daqui há 5 anos?
Qualquer lugar serve, mas eu gostaria de estar bem profissionalmente e morando com o Lucas
002/365- Se você pudesse ter outro nome, qual seria?
Gabriela.
003/365- Que bicho você gostaria de ser e pq?
Algum que voe, porque eles são bem livres.
004-365- O que você gostaria de fazer para mudar o mundo?
Holocausto humano. (Sou um doce.)
005/365- Você tem o poder para criar qualquer máquina que desejar. Qual máquina você iria criar?
A máquina do tempo.
006/365- Quando você era criança, qual era a profissão que você queria ser?
Veterinária.
007/365- Que lugar do mundo você gostaria de morar?
Aquele no qual eu estaria feliz.
008/365- Se você tivesse 10 horas a mais no seu dia, o que você faria?
Reclamaria porque não tenho 11.
009/365- Quem você gostaria de conhecer? Essa pessoa pode estar viva ou não.
Che Guevara.
010/365- Como você pretende passar o tempo que lhe foi dado viver sobre a Terra?
Andando sobre as águas, fazendo cegos enxergarem, aleijados andarem, curar leprosos, recussitar mortos, ser traída e negada 3 vezes, e mesmo depois que esse tempo tivesse acabado, recussitar a mim mesma. Falando sério, não tenho muitas pretensões, só sei de uma: ter muitas aventuras ao lado de quem eu amo.
011/365-
O que você mais sabe ensinar?
Evidências.
012/365- O que você mais precisa aprender?
Física do Flávio e a não errar com quem eu amo.
013/365- O que você tem no bolso?
¬¬
014/365- Como você descreveria seu melhor amigo(a)?
Cabeludo, barbudo e muito bonito.
015/365- O que você gostaria de ter dito e não teve coragem?
"Não."
016/365- O que te deixa nervoso(a)?
Mal-comidas e cunhada. (Redundância)
017/365- Qual é a mania mais esquisita que você tem?
Quando eu tô em casa, fico o tempo todo com uma blusa do uniforme dos meus colégios de BH no ombro. Meu paninho, hihi.
018/365- Você é uma pessoa dependente? Sempre precisa de alguém pra fazer algo?
Sim, sim.
019/365- Se você pudesse escolher com o que fosse sonhar, o que sonharia?
Eu posso escolher com o que vou sonhar.
020/365- Se você pudesse ter apenas uma lembrança da sua vida, qual seria?
30/06/2007 "Eeeerrr, eu gosto muito de você, Gabi. Você namoraria comigo?"
021/365- Quem é a pessoa mais importante da sua vida e por quê?
Lucas Laranjo Jaques. Além de ser a pessoa que eu mais amo, é a que mais me ama e já me ensinou/ensina muita coisa da vida.
022/365- O que você espera em sua velhice?
Não saudar e sim, me orgulhar da minha juventude.
023/365- Qual é a música que você escuta e te faz relembrar uma época boa?
In My Life- The Beatles
024/365- Qual foi sua melhor declaração de amor?
Que eu fiz ou que fizeram? Se for das que eu fiz, só quem recebeu pode dizer, e das que fizeram, foi quando eu ganhei a minha aliança no dia do meu aniversário.
025/365- Qual foi o maior azar da sua vida?
Conhecer algumas pessoas aí.
026/365- O que você gostaria que acontecesse amanhã?
Minha gripe passasse.
027/365- Qual é seu maior medo?
Perder quem eu amo por minha culpa.
028/365- Qual é o preço do seu sonho?
Financeiramente falando, é de graça. Mas "esforçamente" falando, tenho que estudar bastante, perder muito tempo que eu gostaria de estar fazendo outras coisas e me dedicar MUITO.
029/365- O que você faz para aliviar o stress?
Fumo ou simplesmente tiro a minha atenção do stress. Ou os dois.
030/365- O que você faz ou vai fazer para que seja uma pessoa bem-sucedida?
Agora eu só tenho muita força de vontade, haha. Não, sério, eu tento estudar. E num futuro próximo, me dedicar ao meu tão querido Jornalismo.
031/365- O que você irá fazer nas suas férias?
Viajar pra São Paulo.
032/365- Que roupa você está usando?
Uma blusa preta e uma saia jeans. (Duh! ¬¬)
033/365- Qual sua comida preferida?
Queijo.
034/365- Como é seu dia-a-dia?
Acordar, banho, ligar pro Lucas, me arrumar, Darwin, almoçar- ou não, estudar-ou não, internet, dormir.
035/365- Qual é seu filme preferido?
V de Vingança.
036/365- Em qual época você gostaria de viver ou de ter vivido?
Década de 70 e 80.
037/365- Como foi seu maior porre de bebida?
Gostaria de lembrar - ou não.
038/365- Qual foi a pior cantada que você deu ou levou?
Nunca dei cantadas, e não lembro das que levei.
039/365- Você ainda faz coisas de criança?
Muito.
040/365- Qual parte do seu corpo você gostaria de mudar?
Pernas.
041/365- Qual parte do seu corpo você não mudaria de jeito nenhum?
Hum... Barriga?
042/365- Qual dia da semana você mais detesta? Por quê?
Terça-feira. Porque tá muito longe do final de semana e as minhas aulas desse dia são horríveis.
043/365- O que você acha do governo do seu país?
A mesma coisa dos outros: uma bosta.
044/365- Na sua opinião, qual foi (ou ainda é) o pior político de todos os tempos?
Não conheci todos os políticos de todos os tempos, mas o Bush é bem ruinzinho.
045/365- Você prefere a paixão ou o amor? Por quê?
Amor. É mais verdadeiro e dura mais.
046/365- O que você acha que as pessoas têm que fazer pelo menos uma vez na vida?
Coisas que elas acham que nunca fariam.
047/365- Se você pudesse ter um superpoder, qual seria?
Controlar a eletricidade.
048/365- O que não pode faltar no almoço de domingo?
Eu não almoço dia de domingo.
049/365- Como o mundo seria sem o Google?
Do mesmo jeito, não?
050/365- Na sua opinião, por que há tanta violência no Brasil?
Porque há pessoas.
051/365- O que você acha sobre a pena de morte?
Necessária em alguns casos.
052/365- Qual foi a decisão mais difícil que você precisou tomar?
Amar ao próximo ou a si mesmo? Acho que escolhi o próximo. Veremos.
053/365- Sexta à noite é bom para…?
Usar drogas.
054/365- Sábado à noite é muito bom para…?
Usar drogas. Assim como sexta, quinta, quarta, terça...
055/365- Qual é sua opinião sobre telemarketing?
Por que você não vai tomar no cu?
056/365- Qual foi a primeira palavra que você aprendeu a falar?
Não lembro, faz bastante tempo.
057/365- O que você faz da meia-noite às seis?
Saio nas ruas procurando pescoços para me alimentar de sangue, e você?
058/365- Qual é a piada mais engraçada que você conhece?
Por que você não vai tomar no cu? [2]
059/365- Quais são suas 3 qualidades?
Se eu soubesse de apenas uma, estaria bem feliz.
060/365- Quais são seus 3 defeitos?
Porra, sacanagem me mandar falar 3 de tantos. Mas ok, lá vai: orgulho, egoísmo, teimosia.
061/365- O que você mais repara ao conhecer alguém?
Na conversa.
062/365- Alguma vez você decidiu fazer alguma coisa e foi necessário convencer o povo que você não é louco?
Todo dia.
063/365- O que você acha desses nicks esquisitos no msn ou de outros instant messenger?
Hum... Esquisitos. (?)
064/365- O que na sua vida não tem preço?
Meu amor pelo Lucas.
065/365- Na abertura do desenho dos Simpsons, o Bart sempre escreve uma frase várias vezes. Se você pudesse, o quê você pediria pra ele escrever?
"Todo mundo é idiota."
066/365- O que te deixa muito irritado(a)?
Mal-comidas e cunhada (redundância) com inveja.
067/365- Qual é o seu hobbie?
Escrever.
068/365- Qual é a viagem de seus sonhos?
Aquela que a gente conhece a Europa toda sem um puto no bolso, uma mochila nas costas, cigarros e o namorado.
069/365- Com o quê você não vive sem?
Lucas.
070/365- Você tem medo de fantasmas?
Hipocritamente, sim.
071/365- Você acha que qualquer coisa é motivo para processar uma empresa ou pessoa?
No way.
072/365- Em caso de rebelião em alguma penitenciária, no seu ponto de vista, qual seria a atitude mais certa a ser tomada?
Chacina. (Sou um doce [2])
073/365- Qual é o seu ponto de vista sobre a importância de pesquisas na Lua e Marte?
É ÓBVIO que é extremamente importante pra evolução científica.
074/365- O que você faria se ganhasse 1 milhão de “dinheiros”?
Gastaria 2 milhões de "dinheiros". Não me pergunte como, mas eu gastaria.
075/365- Qual seria a melhor forma para resolver o problema dos sem-terra o MST?
Por que você não vai tomar no cu? [3]
076/365- Você tem alguma crença?
Eu creio que Deus está morto.
077/365- Qual seria o presente ideal de aniversário para seu pai?
Um jogo do Flamengo e cervejas.
078/365- Qual seria a melhor pessoa para governar o país?
Gil Brother.
079/365- Qual é nome de um bom livro que você já leu?
O que estou lendo: Ao cair da noite, Titio Asimov. ♥
080/365- O que você queria fazer se ninguém pudesse te ver?
Tirar a vida de algumas pessoas.
081/365- Você acredita em superstições?
No way.
082/365- O que você acha sobre emprego público?
Dá dinheiro, logo, é ótimo.
083/365- Existe vida inteligente em outros planetas?
Como assim outros planetas? Aqui existe alguma vida inteligente?
084/365- Você pratica algum esporte?
Depende do ponto de vista. Esporte são só coisas saudáveis? Então não.
085/365- Qual é a importância das Olimpíadas?
Well, elas são muito importantes, mas pros atletas e pro governo do país aonde elas estão acontecendo.
086/365- Para cuidar da beleza vale tudo?
No way.
087/365- O que você já fez para o mundo ser um lugarzinho melhor para se viver?
Parei de comer carne, mas ainda não matei nenhum ser humano.
088/365-
Como reconquistar um grande amor?
Tendo mais vontade, mais atitude, mais amor e menos orgulho.
089/365-
Fora o corpo o que as mulheres(Melancia, maçã, melão, moranguinho) “frutas” tem de bom?
Perguntas sobre elas em questionário de blog.
090/365-
Qual é seu estilo musical?
Rock.
091/365-
Nome de uma pessoa que você admira e por quê?
Josir Jaques, meu sogro. Pela determinação, experiência, inteligência e cultura que só ELE tem.
092/365-
O que você acha que acontece depois que morremos?
Eu acho que nós somos enterrados.
093/365-
Desistir ou morrer tentando?
Depende da situação, mas na maioria delas, morrer tentando.
094/365-
O que é indispensável para um relacionamento dar certo?
Compreensão e respeito.
095/365-
Você tem arrependimentos?
Oi?! Ouvi meu nome aqui.
096/365-
O que é imperdoável?
Pergunta certa pra pessoa errada.
097/365-
Qual é o sonho de consumo?
Ter uma casa foda.
098/365-
Qual é o maior castigo/punição/tortura que existe?
Ser obrigado a matar quem você ama.
099/365-
Você acredita que o mundo irá acabar?
Não, eu tenho certeza.
100/365-
Por qual motivo o mundo acabaria?
Estupidez humana.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

She loves him more than he will ever know
He loves her more than he will ever show
--Keeps his cigarettes close to his heart
--Keeps her photographs close to her heart
--Keeps the bitterness close to the heart

Blew


If you wouldn't mind I would like it blew
If you wouldn't mind I would like to loose
If you wouldn't care I would like to leave
If you wouldn't mind I would like to breathe

Is there another reason for your stain
Could you believe who we knew stress or strain?
Here is another word that rhymes with shame

You could do anything

Apenas um efeito anestésico.

Que passa quando ele está longe, e às vezes mesmo ele estando perto. Gostaria que essa anestesia fosse contínua e eterna, mas se fosse assim não seria anestesia. Por um momento me sinto explodindo de felicidade, e em outro, me sinto inclodindo de tristeza, dor, culpa, não sei ao certo. Mas sei, bem certo, que é horrível. Por maior que seja a alegria, logo eu lembro de tudo que eu fiz, e lembro que eu mereço toda a dor e sofrimento do mundo, e assim faço. Sofro. Eu quero sofrer pro resto da minha vida, eu devo sofrer pro resto da minha vida. Meu único receio é de não poder fazê-lo feliz por estar assim. Gostaria mesmo poder recompensar, pelo menos em partes, o que eu fiz, dando pra ele toda a alegria possível. Mas e se eu não conseguir? E se eu realmente não esquecer isso e mudar? Mudar mesmo, tipo não cometer mais erros, não fazer mais ele sofrer, nada desse tipo, mas ao mesmo tempo me tornar diferente... Perder minha alegria, espontaneidade ou qualquer outra coisa que influa no amor dele por mim. Posso estar dramatizando, por achar que vou estar sempre sentindo o que eu sinto agora, mas e se não for? Será que eu vou conseguir não ser egoísta o suficiente pra dizer 'vai atrás da tua felicidade porque ela não é mais comigo'? Não é só isso também, tenho a sensação de que ele não me ama mais, de que ninguém me ama mais. Ninguém me amaria depois do que eu fiz. Nem eu mesma. Principalmente eu mesma. (...)
Enfim, espero que vocês nunca passem por isso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Felicidade, felicidade, oi oi oi! ♥


Bom, depois da pior tempestade de todas, o sol voltou brilhando MUITO. :) Mas é muito mesmo. Talvez seja como ele mesmo disse: só uma anestesia. E se for? Foda-se. Deixa pra se preocupar na hora que a anestesia passar. A única coisa real que eu tenho é a minha felicidade do presente. Meu sofrimento do passado é irreal, pois não mais existe, e o meu suposto sofrimento do futuro é tão irreal quanto, pois é só uma propagação da minha mente. Viva Schopenhauer! [2] E eu sei que essa felicidade é tamanha, que parece que abriram uma daquelas garrafas de champagne que fazem uma super explosão dentro do meu coração. *.* (Seria isso um rap?)
Eu estava com tanto medo de perder o amor da minha vida... E o pior, é que eu sei que se eu perdesse seria justo. Mas afinal, o que é justiça? Complexo demais para esse texto sentimental. Eu errei, é fato. Eu acho, sinceramente, que eu não merecia toda a felicidade que estou sentindo agora. Deveria sofrer, e mesmo com todos os acontecimentos bons, não estar feliz e sim, mergulhando em culpa pela tremenda cocôzada que eu fiz. Maaaas, não tem como não ficar feliz ouvindo um 'eu te amo' vindo daquela boca, beijando aquela boca, abraçando aquele corpo, acariciando aqueles cabelos e vendo o sorriso mais belo de toda a galáxia, minto, todo o UNIVERSO! Hoje eu estou feliz como eu não fico há muito tempo, se é que eu já fiquei tão feliz assim alguma vez. :) Estou REALMENTE nas nuvens, cara! Eu vejo que as coisas a partir de agora vão ser bem melhores, ou pelo menos assim espero. Espero do fundo desse meu coração cheio de erros. Espero poder fazer desse cara que eu amo tanto, o cara mais feliz do mundo, o cara que vai se orgulhar pra sempre de me ter por perto, o cara que nunca mais vai derramar nenhuma lágrima, a não ser que seja de felicidade. Porra, tô tão feliz, tão apaixonada, tão boba... que nem sei ao certo o que escrever! AHSUHASUAH Sei que agora está tudo recomeçando, hoje, dia 03 de setembro de 2008. Lembrem-se: eu nunca mais vou fazer esse cara chorar de tristeza.

Eu te amo, meu ficante. Obrigada por me fazer tão feliz e me fazer ver estrelas, luas, galáxias, sóis, universos... De tanta alegria que eu tô, seria capaz de enxergar Dovim mesmo com Kalgash Dois na frente dele. (Só os inteligentes entendem.)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Eu estava com tantas saudades daquele abraço...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O melhor jeito de reciclar a sua vida é depois que ela é jogada no lixo. Ficadica.
Pronto, transformei minha vida toda em merda. Joguei fora a única coisa boa que eu consegui um dia. Eu nunca desejei tanto nunca ter existido. Sem forças para escrever mais do quê isso.

Ps.: Hoje o dia tá escuro e frio mesmo ou é impressão minha?

sábado, 30 de agosto de 2008

Holocausto cristão JÁ!

Puta que pariu Jesus! Me fala, como pode esses filhos da puta terem um bilhão de igrejas de ouro, mármore e outras coisitas caras espalhas pelo mundo, e não satisfeitos em gastar tanta grana com essas merdas pra fazerem missa, eles ainda vão usar a porra da praia pra isso?! Ahhh, vai se foder. Tem lugar SOBRANDO pra eles falarem as idiotices deles, não precisa interditar porra de avenida nenhuma e nem me fazer andar 2 km por causa disso. Quer falar de Deus? Fala, caralho. Mas não precisa prejudicar ninguém por causa disso. ¬¬ Pior que ter que andar muito, é andar no meio dessa gente babaca, alienada que perde a merda da tarde de sábado deles pra ficarem ouvindo um babaca falando coisas insanas e tenho que assumir, bem criativas e persuasivas. Não é todo mundo que tem a capacidade de inventar um fantasma invisível, com super poderes mágicos e fazer as pessoas acreditarem que ele manda nelas. Não é mesmo. Parabéns, Igreja Católica, por conseguir interditar uma avenida por causa dos seus contos de fadas. Eu gosto mais da Alice no País das Maravilhas do que de Deus, e duvido que alguém deixaria eu fazer o mesmo só pra falar sobre ela. Meus parabéns. Troféu joinha pra todos vocês. (Y)

O Vazio da Existência

Arthur Schopenhauer

Esse vazio encontra sua expressão em toda forma de existência, na infinitude do Tempo e Espaço em oposição à finitude do indivíduo em ambos; no fugaz presente como a única forma de existência real; na dependência e relatividade de todas coisas; em constantemente se Tornar sem Ser; em continuamente desejar sem ser satisfeito; na longa batalha que constitui a história da vida, onde todo esforço é contrariado por dificuldades, até que a vitória seja conquistada. O Tempo e a transitoriedade de todas as coisas são apenas a forma sob a qual o desejo de viver – que, como coisa-em-si, é imperecível – revelou ao Tempo a futilidade de seus esforços; é o agente pelo qual, a todo o momento, todas as coisas em nossas mãos tornam-se nada e, portanto, perdem todo seu verdadeiro valor.

O que foi não mais existe; existe exatamente tão pouco quanto aquilo que nunca foi. Mas tudo que existe, no próximo momento, já foi. Conseqüentemente, algo pertencente ao presente, independentemente de quão fútil possa ser, é superior a algo importante pertencente ao passado; isso porque o primeiro é uma realidade, e está para o último como algo está para nada.

Um homem, para seu assombro, repentinamente torna-se consciente de sua existência após um estado de não-existência de muitos milhares de anos; vive por um breve período e então, novamente, retorna a um estado de não-existência por um tempo igualmente longo. Isso não pode ser verdade, diz ao seu coração; e mesmo as mentes rudes, após ponderarem sobre o assunto, devem sentir algum tipo de pressentimento de que o Tempo é algo ideal em sua natureza. Essa idealidade do tempo, juntamente com a do espaço, é a chave para qualquer sistema metafísico verdadeiro, pois proporciona uma ordem de coisas distinta da que pode ser encontrada no domínio da natureza. Por essa razão Kant é tão grandioso.

De cada evento em nossa vida, é apenas por um momento que podemos dizer que este é; após isso devemos dizer para sempre que este foi. Cada noite nos empobrece, dia a dia. Provavelmente nos deixaria irritados ver este curto espaço de tempo esvaecendo, se não fôssemos secretamente conscientes, nas maiores profundezas de nosso ser, de que compartilhamos do inexaurível manancial da eternidade, e de que nele podemos sempre ter a vida renovada.

Reflexões com a natureza das acima podem, de fato, nos levar a estabelecer a crença de que gozar o presente e fazer disso o propósito da vida é a maior sabedoria; visto que somente o presente é real, todo o mais é representação do pensamento. Mas tal propósito poderia também ser denominado a maior tolice, pois aquilo que, no próximo instante, não mais existe e desaparece completamente como um sonho, jamais poderá merecer um esforço sério.

Toda a nossa existência é fundamentada tão-somente no presente – no fugaz presente. Deste modo, tem de tomar a forma de um constante movimento, sem que jamais haja qualquer possibilidade de se encontrar o descanso pelo qual estamos sempre lutando. É o mesmo que um homem correndo ladeira abaixo: cairia se tentasse parar, e apenas continuando a correr consegue manter-se sobre suas pernas; como um pólo equilibrado na ponta do dedo, ou como um planeta, o qual cairia no sol se cessasse com seu percurso. Nossa existência é marcada pelo desassossego.

Num mundo como este, onde nada é estável e nada perdura, mas é arremessado em um incansável turbilhão de mudanças, onde tudo se apressa, voa, e mantém-se em equilíbrio avançando e movendo-se continuamente, como um acrobata em uma corda – em tal mundo, a felicidade é inconcebível. Como poderia haver onde, como Platão diz, tornar-se continuamente e nunca ser é a única forma de existência? Primeiramente, nenhum homem é feliz; luta sua vida toda em busca de uma felicidade imaginária, a qual raramente alcança, e, quando alcança, é apenas para sua desilusão; e, via de regra, no fim, é um náufrago, chegando ao porto com mastros e velas faltando. Então dá no mesmo se foi feliz ou infeliz, pois sua vida nunca foi mais que um presente sempre passageiro, que agora já acabou.

Ao mesmo tempo, é algo surpreendente que, tanto no mundo de seres humanos quanto no dos animais em geral, essa variada e incansável moção é produzida e mantida por meio de dois simples impulsos – fome e o instinto sexual, ajudados talvez por um pouco de tédio, mas nada mais –, e estes, no teatro da vida, têm o poder de constituir o primum mobile de uma maquinaria tão complexa, colocando em movimento cenas tão estranhas e variadas!

Analisando os pormenores, constatamos que a matéria inorgânica apresenta um constante conflito entre forças químicas, as quais por vezes promovem a dissolução; por outro lado, a existência orgânica somente é possível através de uma contínua substituição de matéria, e não pode subsistir se não dispuser de uma eterna ajuda exterior. Portanto a vida orgânica é como o balançar de um pólo na mão; deve ser mantida em constante movimento e ter constante suprimento de matéria – da qual necessita continuamente e eternamente. Apesar disso, é apenas através da vida orgânica que a consciência é possível.

Este é o reino da existência finita, e seu oposto seria uma existência infinita, a qual não está exposta a ataques externos nem precisa de ajuda exterior; [grego: aei hosautos on] o reino da paz eterna; [grego: oute gignomenon, oute apollymenon], sem mudanças, sem tempo, sem diversidade; o conhecimento negativo do que constitui a nota fundamental da filosofia platônica. A renúncia da vontade de viver revela o caminho a um tipo de estado como esse.

As cenas de nossa vida são como imagens em um mosaico tosco; vistas de perto, não produzem efeitos – devem ser vistas à distância para ser possível discernir sua beleza. Assim, conquistar algo que desejamos significa descobrir quão vazio e inútil este algo é; estamos sempre vivendo na expectativa de coisas melhores, enquanto, ao mesmo tempo, comumente nos arrependemos e desejamos aquilo que pertence ao passado. Aceitamos o presente como algo que é apenas temporário e o consideramos como um meio para atingir nosso objetivo. Deste modo, se olharem para trás no fim de suas vidas, a maior parte das pessoas perceberá que viveram-nas ad interim [provisoriamente]: ficarão surpresas ao descobrir que aquilo que deixaram passar despercebido e sem proveito era precisamente sua vida – isto é, a vida na expectativa da qual passaram todo o seu tempo. Então se pode dizer que o homem, via de regra, é enganado pela esperança até dançar nos braços da morte!

Novamente, há a insaciabilidade de cada vontade individual; toda vez que é satisfeita um novo desejo é engendrado, e não há fim para seus desejos eternamente insaciáveis.

Isso acontece porque a Vontade, tomada em si mesma, é a soberana de todos os mundos: como tudo lhe pertence, não se satisfaz com uma parcela de qualquer coisa, mas apenas como o todo, o qual, entretanto, é infinito. Devemos elevar nossa compaixão quando consideramos quão minúscula a Vontade – essa soberana do mundo – torna-se quando toma a forma de um indivíduo; normalmente apenas o que basta para manter o corpo. Por isso o homem é tão miserável.

Na presente época, que é intelectualmente impotente e notável por sua veneração daquilo que é ruim em todas formas – um estado de coisas que é bastante condizente com a palavra cunhada “Jetztzeit” (tempo presente), tão pretensiosa quanto é cacofônica – os panteístas atrevem-se a dizer que a vida é, como dizem, “um fim-em-si”. Se nossa existência neste mundo fosse um fim-em-si, seria a mais absurda finalidade jamais determinada; mesmo nós próprios ou qualquer outro poderia tê-la imaginado.

A vida apresenta-se principalmente como uma tarefa, isto é, de subsistir de gagner sa vie [para ganhar a vida]. Se for cumprida, a vida torna-se um fardo, e então vem a segunda tarefa de fazer algo com aquilo que foi conquistado – a fim de espantar o tédio, que, como uma ave de rapina, paira sobre nós, pronto para atacar sempre que vê a vida livre da necessidade.

A primeira tarefa é conquistar algo; a segunda é banir o sentimento de que algo foi conquistado, do contrário torna-se um fardo.

Está suficientemente claro que a vida humana deve ser algum tipo de erro, com base no fato de que o homem é uma combinação de necessidades difíceis de satisfazer; ademais, se for satisfeito, tudo que obtém um estado de ausência de dor, no qual nada resta senão seu abandono ao tédio. Essa é uma prova precisa de que a existência em si mesma não tem valor, visto que o tédio é meramente o sentimento do vazio da existência. Se, por exemplo, a vida – o desejo pelo qual se constitui nosso ser – possuísse qualquer valor real e positivo, o tédio não existiria: a própria existência em si nos satisfaria, e não desejaríamos nada. Mas nossa existência não é uma coisa agradável a não ser que estejamos em busca de algo; então a distância e os obstáculos a serem superados representam nossa meta como algo que nos satisfará – uma ilusão que desvanece assim que o objetivo é atingido; ou quando estamos engajados em algo que é de natureza puramente intelectual – quando nos distanciamos do mundo a fim de podermos observá-lo pelo lado de fora, como espectadores de um teatro. Mesmo o prazer sensual em si não significa nada além de um esforço contínuo, o qual cessa tão logo quanto seu objetivo é alcançado. Sempre que não estivermos ocupados em algum desses modos, mas jogados na existência em si, nos confrontamos com seu vazio e futilidade; e isso é o que denominamos tédio. O inato e inextirpável anseio pelo que é incomum demonstra quão gratos somos pela interrupção do tedioso curso natural das coisas. Mesmo a pompa e o esplendor dos ricos em seus castelos imponentes, no fundo, não passam de uma tentativa fútil de escapar da essência existencial, a miséria.

O fato de que a mais perfeita manifestação da vontade de viver – o organismo humano, com a sua sutil e complexa maquinaria – deve decair e finalmente render todos os seus esforços à extinção – esse é o simples meio pelo qual a Natureza, invariavelmente verdadeira e sincera, declara todo o esforço da vontade, em sua própria essência, como estéril e inútil. Se tivesse algum valor em si, algo incondicionado e absoluto, seu fim não seria a inexistência. Esta é a nota dominante da bela música de Goethe:

No alto da velha torre
Fica o herói de mente nobre.

[Hoch auf dem alten Thurme steht
Des Helden edler Geist.]

O homem é apenas um fenômeno, não a coisa-em-si – digo: o homem não é [grego: ontos on]; isso se comprova pelo fato de que a morte é uma necessidade.

E quão diferente o começo de nossas vidas é do seu fim! O primeiro é feito de ilusões de esperança e divertimento sensual, enquanto o último é perseguido pela decadência corporal e odor de morte.

O caminho que divide ambas, no que concerne nosso bem-estar e deleite da vida, é a bancarrota; os sonhos da infância, os prazeres da juventude, os problemas da meia-idade, a enfermidade e miséria freqüente da velhice, as agonias de nossa última enfermidade e, finalmente, a luta com a morte – tudo isso não faz parecer que a existência é um erro cujas conseqüências estão se tornando gradualmente mais e mais óbvias?

Seria sábio considerar a vida como um desengaño, uma ilusão; que tudo está organizado nesse sentido: isso está suficientemente claro.

É apenas no microscópio que nossa vida parece grandiosa. É um ponto indivisível, captado e ampliado pelas poderosas lentes do Tempo e do Espaço.

Tempo é um elemento em nosso cérebro que, por meio da duração, cria uma semelhança de realidade na existência absolutamente vazia das coisas e de nós mesmos.

Quanta tolice há no homem que se arrepende e lamenta por não ter aproveitado oportunidades passadas, as quais poderiam ter-lhe assegurado esta ou aquela felicidade ou prazer! O que resta desses agora? Apenas o fantasma de uma lembrança! E é o mesmo com tudo aquilo que faz parte de nossa sorte. De modo que a forma do tempo, em si, e tudo quanto é baseado nisso, é um modo claro de provar a nós a vacuidade de todos deleites terrenos.

Nossa existência, assim como a de todos animais, não é duradoura, mas apenas temporária, meramente uma existentia fluxa, que pode ser comparada a um moinho no qual há constante mudança.

É verdade que a forma do corpo dura por um tempo, mas apenas sob a condição de que a matéria esteja sempre mudando, de que a velha matéria seja descartava e uma nova seja incorporada. É o principal empenho de todas as formas viventes assegurar um constante suprimento de matéria aproveitável. Ao mesmo tempo, estão conscientes de que sua existência é modelada de modo a durar apenas um período de tempo, como foi dito. Por essa razão tentam, quando estão abandonando a vida, deixá-la para outrem que tomará seu lugar. Essa tentativa toma a forma do instinto sexual em autoconsciência, e na consciência de outras coisas apresenta-se objetivamente – isto é, na forma do instinto genital. Esse instinto pode ser comparado ao enfileiramento de uma corrente de pérolas; um indivíduo sucedendo o outro tão rapidamente como as pérolas na corrente. Se nós, em imaginação, acelerarmos essa sucessão, veremos que a matéria está mudando constantemente em toda a fileira assim como está mudando em cada pérola, enquanto retém a mesma forma: percebemos então que temos apenas uma quasi-existência. Que são somente as Idéias que existem e criaturas-sombra daquilo que lhes corresponde – isso é a base dos ensinamentos de Platão.

A idéia de que não somos nada senão um fenômeno, em oposição à coisa-em-si, é confirmada, exemplificada e clarificada pelo fato de que a conditio sine qua non de nossa existência é um contínuo fluxo de descarto e aquisição de matéria que, como nutrição, é uma constante necessidade. De modo que nos assemelhamos a fenômenos como fumaça, fogo ou um jato de água, todos os quais desvanecem ou cessam diretamente se não houver suprimento de matéria. Pode ser dito, então, que a vontade de viver apresenta-se na forma de um fenômeno puro que termina em nada. Esse nada, entretanto, juntamente com o fenômeno, permanece dentro do limite da vontade de viver e são baseados nesse. Admito que isso é um pouco obscuro.

Se tentarmos obter uma perspectiva geral da humanidade num relance, constataremos que em todo lugar há uma constante e grandiosa luta pela vida e existência; que as forças mentais e físicas são exploradas ao limite; que há ameaças, perigos e aflições de todo gênero.

Considerando o preço pago por isto tudo – existência e a própria vida –, veremos que houve um intervalo quando a existência era livre de sofrimento, um intervalo que, entretanto, foi imediatamente sucedido pelo tédio, o qual, por sua vez, foi rapidamente sucedido por novos anseios.

O tédio ser imediatamente sucedido por novos anseios é um fato também verdadeiro à mais sábia ordem de animais, pois a vida não tem valor verdadeiro e genuíno em si mesma, mas é mantida em movimento por meio de meras necessidades e ilusões. Tão logo quanto não houver necessidades e ilusões tornamo-nos conscientes da absoluta futilidade e vacuidade da existência.

Se deixarmos de contemplar o curso mundo como um todo e, em particular, a efêmera e cômica existência de homens enquanto sucedem um ao outro rapidamente para observar a vida em seus pequenos detalhes: quão ridícula é a visão!

Impressiona-nos do mesmo modo como uma gota d’água, uma simples gota fervilhando de infusoria, é vista por um microscópio, ou um pedaço de queijo cheio de carunchos invisíveis a olho nu. Sua atividade e luta uns contra os outros em um espaço tão pequeno nos entretém grandemente. Acontece o mesmo no pequeno lapso da vida – uma grande e séria atividade produz um efeito irrisório.

Nenhum homem jamais se sentiu perfeitamente feliz no presente; se acontecesse, isso o envenenaria.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Só porque eu preciso deixar registrado o momento em que a minha aliança VÔOU no copo de Coca-Cola do cara da mesa ao lado. Fato histórico pra nunca ser esquecido.

(Comigo acontece cada coisa...)

Stop Whispering

And the wise men say "I don't want to hear your voice."
And the thin men say "I don't want to hear your voice."
And they're cursing me, and they won't let me be.
And there's nothing to say, and there's nothing to do.

Stop whispering, start shouting,
stop whispering, start shouting.

And my mother say "We spit on your son some more."
And the buildings say "We spit on your face some more."
And the feeling is that there's something wrong,
'cause I can't find the words, and I can't find the songs.

Stop whispering, start shouting,
stop whispering, start shouting.

Dear Sir, I have a complaint.
Dear Sir, I have a complaint,
can't remember what it is,
doesn't matter anyway.
Doesn't matter anyway

Filosofia de bêbados: o ônibus niilista.

O ônibus que vem do nada e vai para o terminal do nada, logo, sua origem e seu destino é o nada. Ele passa pela Avenida do Nada, para por nada, sempre seguindo o percurso do nada. Não se sabe ao certo quando, aonde ou como será o fim de sua viagem, mas se sabe que será o nada.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Here comes the sun


Little darling, the smiles returning to the faces
Little darling, it seems like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
And I say it's all right

Os meus vinte melhores amigos estão num maço de cigarros.

Nunca se sabe...


Não se sabe se é orgulho ou amor-próprio. Ou os dois. Ou nenhum dos dois;
Não se sabe se é amor ou comodismo. Amor ou medo da solidão. Amor ou vingança;
Não se sabe se é amor ou amizade. [Clichê] Amizade ou amor. Ou os dois. Ou nenhum dos dois;
Não se sabe é ódio ou inveja. Ódio ou ciúmes. Ódio ou saudades. Ódio ou amor;
Não se sabe se é erro ou acidente. Se acidente é erro. Não se sabe se é erro;
Não se sabe se é viver ou estar vivo;
Não se sabe se é ou foi. Se já foi realmente. Ou é realmente;
Não se sabe se ainda haverá;
Não se sabe se é felicidade. Ou se ela existe;
Não se sabe se é ilusão ou realidade. Ou se elas existem;
Não se sabe se amar o outro é possível sem amar a si mesmo;
Não se sabe se há lógica no amor. Não se sabe se há amor;
Não se há um deus. Não se sabe se há alguém;
Não se sabe se é humano ou monstruoso. Ou os dois. Ou nenhum dos dois;
Não se sabe o que quer. Não se sabe se quer;
Não se sabe o que é amigos. Ou se eles existem;
Não se sabe se é falso;
Não se sabe se a verdade sempre trará bons frutos em algum futuro distante e a ilusão não.(Não se sabe se haverá salvação da alma);
Não se sabe se haverá futuro;
Não se sabe se deve confiar;
Não se sabe se deve crêr;
Não se sabe se tudo tem um porquê. Não se sabe se é bom saber o porquê;
Não se sabe se é bom viver.
Não se sabe se é bom saber.

Nunca se sabe...

Fitter Happier

(Esta é a oficina do pânico.
Seção 917 pode ter sido alcançada.
Ativar seguinte processo)

Mais sano, mais feliz
Mais produtivo
Confortável
Não bebendo demais
Exercícios regulares na academia (3 dias por semana)
Relacionando-se melhor com seus atuais sócios e empregados
Descançar
Comendo bem (nada de comidas de microondas e gorduras saturadas)
Um motorista mais paciente e melhor
Um carro seguro (bebê sorrindo no banco traseiro)
Dormindo bem (sem sonhos ruins)
Sem paranóia
Cuidadoso com todos os animais (nunca lavando aranhas no buraco das tomadas)
Mantenha contato com velhos amigos (convide-os para um drink de vez em quando)
Frequentemente checar crédito no (moral) banco (buraco na parede)
Favores por favores
Carinhoso mas não apaixonado
Ordens regulares de caridade
On Sunday ring road supermarket
Não matar traças ou colocar água fervente nas formigas
Lavar o carro (mesmo aos domingos)
Não mais ter medo do escuro
Ou das sombras do meio-dia
Nada tão ridiculamente juvenil e desesperado
Nada tão infantil
Em um rítmo melhor
Mais devagar e mais calculado
Sem chance de escape
Agora autônomo (ser seu próprio chefe)
Preocupado (mas incapaz)
Um membro da sociedade informado e ativo (pragmatismo e não idealismo)
Não chorarás em público
Menos chances de ficar doente
Pneus que aderem no molhado (livrou-se do bebê amarrado no banco traseiro)
Uma boa memória
Ainda chorar em um bom filme
Ainda beijar com saliva
Não mais vazio e frenético
Como um gato
Amarrado a um pau
Que é levado à
Merda do inverno congelado (a habilidade de rir-se da fraqueza)
Calma
Mais em forma, mais sano e mais produtivo
Um porco
Em uma jaula
Sob antibióticos
Eu realmente não sei mais de nada sobre a minha vida. Ou eu prefiro não saber também, não vai fazer diferença. Eu não vou ficar melhor, as pessoas não vão ficar melhores, tudo vai ser sempre igual. Enfim, não entendam.

sábado, 23 de agosto de 2008

Ensaio da Cão nos Coro já já, depois... só o cão sabe. (han han han?!)

Beijo na bunda e até segunda. (literalmente)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Lembre-se: NUNCA MAIS PINTAR O CABELO DE CEREJA.



Isso é importante pra mim, ok? u_u
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Don't worry about a thing, cuz every little thing is gonna be allright.

Sempre existe uma maneira de encontrar a felicidade em pequenas coisas. :)
Eu ainda aparento a coisa mais feliz do mundo?
Eu só queria alguém que mentisse pra mim que tudo vai ficar bem.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Real life is so hard
We hide in the stars
That's where our heads are
My head and your heart
Living is easy with eyes closed, misunderstanding all you see. It's getting hard to be someone but it all works out. It doesn't matter much to me.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Choose your life

Ninguém escolhe a própria vida. Seria assim se houvesse apenas um personagem: você mesmo. Como não é assim que acontece e há interferência de outros personagens, logo, eles também escolhem a sua vida. Eu não escolhi muita coisa que aconteceu comigo. Repito: MUITA coisa. Ok, teve muita merda que aconteceu que foi escolha minha - consciente ou não - e eu acho digno que eu sofra as consequências delas. Mas e o que não foi escolha minha? Eu tenho que pagar e sofrer as consequências igual. É, toda ação tem uma reação, assim disse o titio Isaac. Mas ele esqueceu falar que nem sempre as coisas reagem na pessoa certa (a que agiu). Por que isso? Teorias não faltam: destino, má sorte, pagamento de erros da vida passada... Mas só uma me convence: o mundo é feito para ser injusto, pessoas são feitas para serem injustas, você é feito para ser injusto, eu sou feita para ser injusta. Justiça é coisa para deuses - ou não. Portanto, parem com essa história de 'você escolheu a sua vida, agora aguenta'. A vida não é escolhida, ela acontece. Se tudo fosse escolha, não existiriam tantas pessoas tristes, sozinhas, depressivas, mortas... Não é coerente que quase 7 bilhões de pessoas não saibam escolher as suas vidas, não é POSSÍVEL que todos sejam imaturos. Qualquer ser humano com o mínimo de experiência em alguma coisa, já se arrependeu ou sofreu por algo. Se João tá se dando bem no trabalho, é corno; se Maria tem um namorado perfeito, é pobre; se José tem uma ótima esposa e muita grana, o filho dele vendeu a casa em troca de crack. Ninguém é feliz, e ninguém escolhe não ser feliz. As pessoas não são tão sádicas ao ponto de ter escolhido tudo que aconteceu em suas vidas. Nem tudo é culpa nossa, nem tudo é consequência, nem tudo deve ser aceitado. Portanto, aprendam: por mais que você queira atravessar a parede, por mais que você tente atravessar a parede, por mais que você ache que pode atravessar a parede, ou você não vai conseguir atravessá-la nunca ou até vai, mas se isso acontecer você vai atravessar pelo lugar errado, sua perna vai ficar presa em algum buraco, e ela vai ser amputada. Mas sorria, você atravessou a parede. :D

(E viva Schopenhauer!)

Choose your friends

'Você não sabe escolher os seus amigos.' Eu escuto essa frase desde quando eu comecei a escolher amigos (obviamente, desde o meu primeiro amigo). Não tenho como negar que sim, amigos só nós podemos escolher e ninguém interfere nisso. E por que diabos eu sempre escolho errado?! Eu achei respostas para isso, não sei se são as certas, mas pelo menos são as mais coerentes. Primeiro de tudo é que ninguém conhece uma pessoa de início, sempre se conhece aos poucos, e a ordem sempre é: primeiro as qualidades, depois os defeitos. Se não fosse assim, casais não se separariam. O problema é que quando eu conheço os defeitos, já se passou tempo o suficiente para eu me apegar ao suposto amigo, criar uma profunda afeição e às vezes, até amá-lo. Eu tenho um seríssimo problema em me desapegar de alguém de repente. Eu não consigo não perdoar. Sou cristã (?) demais para ter bons amigos. Mas a pergunta é: por que todos os amigos que eu escolhi apresentam gravíssimos problemas ou defeitos depois? Já me falaram que é uma recíproca, se eles não são bons amigos comigo é porque eu não sou uma boa amiga com eles. Não acredito que eu seja tão má assim. Todos os amigos que eu já tive ou tenho já foderam comigo de formas distintas. Se a lógica da recíproca for verdadeira, eu tenho defeito pra caralho que eu nunca imaginei ter. Será mesmo que o problema é comigo e não com eles? Eu nunca quis jogar a auto-estima de uma amiga no lixo, eu nunca quis ser dona de uma amiga, eu nunca sumi da vida de uma amiga para depois voltar querendo exclusividade, eu nunca inventei que tinha um caso com uma amiga, nem quis foder ela com a mãe só porque ela saiu com o namorado e sem mim, eu nunca faltei consideração à uma amiga só porque ela mudou de cidade e está feliz longe de mim, eu nunca faltei confiança à uma amiga que me deu 100% da confiança dela, eu nunca me tornei uma babaca autoritária metida a merda com uma amiga depois que ela começou a namorar o meu irmão (até porque eu não tenho irmão), eu nunca quis beijar insistentemente uma amiga que tem namorado e já deixou claro que não me queria... e eu nunca me apaixonei por um amigo. Logo, nenhum desses problemas são meus e eu não me fodo por causa de uma merda de uma recíproca. Não tô querendo dizer que eu sou A amiga perfeita, mas cara, eu nunca vacilei tanto e nem tão grave como todos vacilaram comigo. Também não é culpa da minha escolha, porque É ÓBVIO que se eu soubesse que as amigas 'x' eram filhas da puta, eu nunca teria dado o primeiro 'oi' para elas e se eu soubesse que o amigo 'y' iria se apaixonar por mim, eu nunca teria me aproximado tanto dele. O problema é que quando eu descubro as incógnitas x e y e encontro o resultado inesperado e indesejado, eu finjo que esse não é o resultado final, mas apenas um complemento da equação. Mas, porém, contudo, todavia, entretanto; o resultado final NÃO vai mudar porque eu tô fingindo que ele não é o resultado final. Assim é muito simples. O que torna tudo mais complicado é que a amizade não é uma ciência exata, portanto, não é tão fácil de resolver. Existe uma coisa por trás disso tudo que me faz uma otária que sempre se fode e deixa passar as coisas: amor incondicional. Eu sinto essa merda pelos meus amigos, sempre senti. Eu te amo independente do que você faça, de quem você seja, do que você tenha, ou do que você queira. Eu te amo e ponto. Não tem condições. Só que tem um porém nisso tudo: a culpa não é do meu amor incondicional, o problema não é que eu esqueço, perdôo e finjo que não vi. É só usar o bom senso (simples como Química II, hehe), para haver perdão deve haver o erro antes. Mas por que porra todos eles erram?! Todas as pessoas erram, todos os seres humanos são imperfeitos; mas quando se tem algo a perder com o erro, se tenta errar menos - ou não errar. E quando não se tem algo a perder? Erram. Minha amizade é assim, por exemplo. Você pode errar, errar, errar que eu vou te perdoar e é por isso que nenhum deles ficam cautelosos comigo. Tudo culpa dessa porra desse amor incondicional. Ele é bom para quem é amado incondicionalmente, não para quem ama. É horrível para quem ama. Mas o detalhe é que por mais incondicional que seja o meu amor, ele não é insubstituível. Eu te amo enquanto não houver outro melhor que você. Esse sempre foi o lado positivo. Sempre FOI. Não é mais. Não sei porque, mas não é mais. Desde o último "amigo" que eu perdi, eu não consigo sentir uma amizade verdadeira por mais ninguém, só companheirismo. O amigo verdadeiro tá aqui, eu sei, ele pode até estar na minha frente de sunguinha e colar florido, dançando ula-ula (coisa mais sexy, hein Erick) e gritando que é o bestfriend que eu preciso; mas eu não sinto por ele o mesmo que eu sentia antes pelo(s) outro(s). Eu escolhi ele, eu escolho ele, ele me deu todos os motivos para ser escolhido, mas o meu cérebro bloqueou os impulsos de amizade. Talvez seja melhor assim- ou não.
Antes só do que mal-acompanhado ou antes mal-acompanhado do que só? Quem veio o primeiro: o ovo ou a galinha, han?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Sexo, cigarros e Beatles


Não foi apenas mais uma quinta-feira.

In My Life

There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.

But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life I'll love you more.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

É, amiguinhos, nunca se esqueçam que a vida anda pra frente. Portanto, deixa estar...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Hey Jude

Hey, Jude, don't make it bad,
take a sad song and make it better
Remember, to let her into your heart,
then you can start, to make it better.

Hey, Jude, don't be afraid,
you were made to go out and get her,
the minute you let her under your skin,
then you begin to make it better.

And anytime you feel the pain,
Hey, Jude, refrain,
don't carry the world upon your shoulders.

For well you know that it's a fool,
who plays it cool,
by making his world a little colder.

Hey, Jude, don't let me down,
you have found her now go and get her,
remember to let her into your heart,
then you can start to make it better.

So let it out and let it in,
Hey, Jude, begin,
you're waiting for someone to perform with.
And don't you know that is just you?
Hey, Jude, you'll do,
the movement you need is on your shoulder.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Freud explica?

Um dia desses eu tava lendo uma lista das 100 Leis de Murphy, uma delas é chegar ao final do dia e perguntar 'o dia de hoje foi mesmo necessário?'. Não que eu tenha chego ao final da minha vida, mas acho mesmo que chegou a hora de perguntar 'minha vida é mesmo necessária?'. Tenho medo da resposta, tenho medo de não haver resposta. Faço essa pergunta mesmo sabendo que eu não sou a pessoa mais adequada para respondê-la. Certo, e quem seria? Puff... Não sei. Alguém que goste de mim? A resposta seria óbvia. Alguém que não goste de mim? Resposta mais óbvia ainda. Um psicólogo? Os psicólogos que me desculpem, mas eu não confiaria em alguém que sobrevive às custas dos problemas dos outros - e tira muito dinheiro disso. Well, vai ter que sobrar pra mim mesmo.
O que eu fiz de bom nesses meus 17 anos? Quantas pessoas eu conquistei? Quantas pessoas eu conquistei e mantive? Quantas pessoas eu perdi? Quantas pessoas eu perdi e recuperei? Quantas pessoas eu perdoei? Quantas vidas eu soube ficar marcada como algo positivo? Quantas como algo negativo? Quantas vidas eu salvei? Quantas eu estraguei? Quantas pessoas salvaram a minha vida? Quantas a estragou? Quantas pessoas dependeram de mim? De quantas eu dependi? Quantas pessoas conseguiram me tirar um sorriso? Para quantas pessoas eu disse um 'eu te amo' sincero? De quantas eu ouvi o mesmo? Quantas vezes eu fiz algo de bom que fosse lembrado e usado de referência para mim? E algo de ruim? Quantas pessoas me acham bonita, inteligente e legal? Quantas me acham feia, burra e chata? Quantas pessoas já se apaixonaram por mim? Por quantas eu me apaixonei? Quantas pessoas me mereçeram? Quantas não mereçeram? Quantas vezes eu fiz o certo? Quantas vezes eu fiz o errado? Eu sei o que é certo e errado?
Não são só essas as perguntas que eu tenho que fazer para achar a resposta principal, mas elas seriam um bom começo. E o que me surpreende é que sim, eu tenho respostas pra quase todas elas,menos a última. Em especial, a resposta da décima pergunta, quase me faz achar uma resposta negativa pra pergunta principal. Me faz pensar que minha vida não só é desnecessária como também é prejudicial. Para todas as outras perguntas, as respostas negativas fariam da minha vida desnecessária, eu seria apenas um nada, um zero a esquerda que se fosse descartado não faria falta. A resposta desta décima pergunta me faz um número negativo, alguém que não só está aqui para não fazer nada mas sim, para fazer o mal, alguém que se descartado faria um bem imessurável. Afinal de contas, uma vida estragada a mais ou uma vida estragada a menos não tanto faz. E bastou apenas uma para que eu me torne um monstro. É horripilante o poder que um ser humano tem sobre o outro. Eu descobri isso da pior forma possível. Quem nós achamos que somos para provocar as lágrimas nos olhos do outro sem ter um bom motivo? Um bom motivo não-egoísta, não-estúpido, não-vingativo, não-humano. Quem foi o filho da puta que disse que errar é humano? Ele tava certo. E é por isso que nós somos a espécie mais repugnante já existente. Ué, mas whatever se nós somos repugnantes ou não, errar é coisa da espécie. Uhu, achei a justificativa para todos os meus erros! Alguém aqui já ouviu falar em Teoria Evolucionista? Errar é humano? Tente não ser humano, evolua, seu porco. Ok, estou mudando completamente de assunto. (Adoro xingar a humanidade, impressionante...)
Se estragar a vida de alguém é o pior poder humano, imagine estragar a vida de quem você ama, de quem é mais importante que qualquer outra coisa importante que exista, de quem você gostaria de ver sorrir sempre, até enquanto dorme ou faz necessidades fisiológicas no banheiro. A cada lágrima parece que tem um esmagador gigante apertando meu peito, espremendo, esmagando. O que mais dói é saber que foi por minha culpa. Nem sequer eu ganhei nada com isso, e mesmo se eu ganhasse, nada, NADA justificaria o sofrimento de alguém tão bom, tão especial, tão importante, tão... único. Faria de tudo para poder consertar o que eu fiz. Se eu pudesse roubar todo oxigênio de todas as pessoas do mundo e te dar, se fosse transformado em serotonina eterna, eu daria. Se eu pudesse me apagar da sua memória, eu apagaria. Mas não apagaria nada da minha, para eu poder pagar para sempre pela merda que fiz. Se eu pudesse dar a minha vida em troca da sua felicidade, eu daria. Espero que um dia eu possa corrigir nem que seja um pouco de tudo isso que eu te fiz, e te dar nem que seja uma pequena porcentagem de alegria de toda a tristeza que eu te dei. Eu te amo tanto quanto eu sou repugnante.
E a resposta da nona pergunta? NENHUMA. Nunca salvei vida nenhuma, só soube estragar e muito bem estragado. Pois bem, que venha a fome, a soja e os vegetais!

terça-feira, 27 de maio de 2008

AAAHHHHHHHHH!

Tenho uma baaaaaaaanda, vou ser famosa pro resto da vida! UHUUUUUUU!

domingo, 25 de maio de 2008

Don't go away.

So don't go away
Say what you say
But say that you'll stay
Forever and a day... in the time of my life
Cause i need more time, yes I need more time
Just to make things right

terça-feira, 20 de maio de 2008

Para você.

Para você que sempre esteve do meu lado mas eu não vi, que sempre me valorizou - do seu modo de ser - e eu não soube corresponder, que me fez perceber que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, que me fez sentir o medo de te perder e a segurança de que se depender de mim isso nunca vai acontecer, me deu a coragem de enfrentar tudo e todos para que você não saia do meu lado, e não te esquecer nunca se isso acontecer.
Se você se afastar de mim (o que eu espero não acontecer) e não der para eu ir atrás de você, tenho a certeza de que ainda iremos nos encontrar para rir de tudo, lembrar de tudo e sermos felizes com esse sentimento único, que é só nosso.

Para você, Lucas Jacques.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Oi.

Eu juro que tentei pensar em um título criativo para um primeiro post, mas eu não sou muito boa em títulos - aprendam isso.
Tá tá tá, mas vamos ao que interessa, ou melhor, o que SEMPRE interessa: por quê? Por que eu fiz esse blog? Porque escrever é uma das minhas paixões e porque eu penso muita coisa que amanhã, ou até mesmo em minutos, eu esqueço o que pensei. Minha memória não é das melhores - aprendam isso também. Mas o motivo principal de eu estar aqui é simplesmente poder me expressar, me expressar até explodir de palavras, ou mergulhar em mim até enclodir de tanto auto-conhecimento. Ou talvez não sirva pra nada disso. OK OK, EU CONFESSO. Não faço a menor idéia do que eu vou fazer com esse blog. Mas eu sei que eu quero que ele seja útil, não sei em quê, mas que seja útil. E que ele não seja útil hoje, porque hoje eu não tenho o que escrever, não tô nenhum pouco afim de falar da minha vida e tenho que ligar pro meu namorado.
Ah, só um recadinho final: esse blog não foi feito pra ser lido, e sim para ser escrito. Entendam como quiser. :)